perdas na distribuição de hortifrutícolas

perdas na distribuição de hortifrutícolas

Utilizar a cadeia de distribuição de hortifrutícolas com infraestrutura refrigerada ainda é uma operação muito incomum no País, sendo utilizado em sua grande maioria, para o mercado externo.

No entanto, é no manuseio e transporte que se observa o maior percentual de perdas. Segundo agentes de mercado consultados pelo Cepea (USP/Esalq), no caso da maçã, as perdas podem chegar a 20% da carga total caso o transporte não seja refrigerado. Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que revelam que o manuseio e transporte correspondem a 50% das perdas do setor hortifrutícolas.

A cadeia do frio é de suma importância para os produtores de hortifrutícolas, mas seu alto custo e a falta de infraestrutura qualificada para esse tipo de atividade inviabilizam uma maior disseminação do seu uso no Brasil. Isso significa a continuidade de perdas físicas e qualitativas dos hortifrutícolas bem como dos riscos de preços da cultura, porque em momentos de elevada oferta não há estrutura de armazenamento para regular a sua oferta – noutros momentos, ao contrário, pode haver fortes aumentos de preços justamente pela escassez de produto.

Assim, os projetos acabam focados em ações individuais, de produtores e comerciantes de alta escala de produção e, mesmo assim, restritos a produtos de alto valor agregado, que vêm a ser aqueles voltados principalmente ao mercado exportador.

Além disso, inibe uma integração do frio entre os elos da cadeia. A adoção por parte de atacadistas e supermercados no País é muito baixa porque a cadeia do frio normalmente é “quebrada” no transporte dos hortifrutícolas, inviabilizando projetos de armazenamento no destino final.

O maior uso do frio e, especialmente, uma maior integração da refrigeração entre os elos da cadeia – produtor, comprador e vendedor final – é um dos desafios a se vencer no setor no processo de modernização da comercialização.

Para isso, faltam ações coletivas por parte do setor – associar-se para buscar a integração da cadeia do frio e reduzir o custo do investimento. Além disso, é preciso que o setor público promova uma melhor infraestrutura logística refrigerada seja via investimento direto ou linhas de financiamento acessíveis.

Como a Soluforte pode contribuir com a Logística de hortifrutícolas ?

A lona térmica foi desenvolvida especialmente para cobrir as mercadorias em qualquer formato e volume, dando flexibilidade para a logística na distribuição ou na armazenagem. Outra opção para proteção da mercadoria, seria o bolsão térmico, que protege completamente a carga, sendo customizado para qualquer tipo e tamanho de veículo.

Seja qual for a opção, a consistência e qualidade do produto serão mantidos até o destino final, garantindo assim a satisfação do seu cliente.