O gerenciamento da cadeia de distribuição de perecíveis

O gerenciamento da cadeia de distribuição de perecíveis é complexo, mas pode ser feito de maneira estratégica para evitar prejuízos. É na fase de distribuição que se torna extremamente necessário manter os custos logísticos e os níveis de serviço sob controle.

Alimentos perecíveis são sensíveis à deterioração biológica, física ou química, e por isso, exigem mais dos processos de distribuição. Se os alimentos não forem devidamente acondicionados, estocados, transportados e entregues, podem ter suas qualidades para consumo prejudicadas ou mesmo se tornarem impróprios para o consumo.

Sabendo disso, elencamos cinco áreas estratégicas para focar sua atenção em relação a distribuição de perecíveis. São elas:

Visão sistêmica da logística

É preciso ter visão sistêmica da logística, que permita ao gestor integrar o fluxo de materiais e informações. Isso inclui armazenagem, distribuição e transporte. Deve-se evitar analisar isoladamente apenas um componente da logística, esquecendo da interdependência que há entre eles.

Documentar restrições e condições para preservação

Para evitar a deterioração dos alimentos perecíveis, toda a equipe precisa entender quais as restrições de cada produto relacionadas às características biológicas, físicas e químicas. Existem também normas da Anvisa que devem ser seguidas.

Acondicionamento

A forma como se acondiciona uma mercadoria é fundamental para sua preservação. Umidade, temperatura, luz e até espaço devem ser levados em consideração ao se estocar um produto. Afinal, ninguém quer que mercadorias estraguem.

Armazenagem adequada

O projeto e a operação de um armazém não podem se restringir apenas à otimização do aproveitamento do espaço, mas também a conciliar todos os conceitos logísticos com as condições relacionadas à preservação de perecíveis.

Transportes

É importante considerar fatores e atividades desde o embarque até o desembarque. No transbordo, o produto pode ficar exposto à contaminação externa (sujeira e temperatura). Para diminuir a influência do meio externo, recomenda-se investir em instalações adequadas de recebimento e expedição. Há ainda o caso de cargas resfriadas ou refrigeradas, em que as condições térmicas devem ser respeitadas.

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